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65+ MELHORES HISTÓRIAS INFANTIS PARA LER | CONFIRA!

PUBLICADO EM 25/07/2019

historia infantil

Encontrar a história certa para ler para seus filhos ou alunos pode ser um desafio no mundo digital com tantas opções disponíveis. Pensando nisso elaboramos reunimos as melhores 70+ MELHORES HISTÓRIAS INFANTIS apropriadas para crianças, desde lições importantes de vida até épicos de fantasia. Não deixe de ler para as crianças, comece agora mesmo! Vamos conferir?

HISTÓRIAS INFANTIS CURTAS

O GAROTO QUE GRITOU ‘LOBO’

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Era uma vez garoto que cuidava de um rebanho de ovelhas. Certo dia ele estava tão entediado olhando para seu rebanho de ovelhas que teve uma ideia. Ele gritou: “Lobo! Lobo! As ovelhas estão sendo perseguidas pelo lobo!”. Todos os vizinhos vieram correndo para ajudar o menino e salvar as ovelhas. Eles não encontraram nada e o menino apenas riu olhando para seus rostos zangados.

“Não faça mais isso! Se não há lobo, não grite ‘lobo’”, disseram todos com raiva e foram embora.

Mesmo assim o menino achou graça e continuou rindo deles.

Passou-se alguns dias e o menino novamente entediado gritou ‘lobo!’. Novamente os vizinhos foram correndo e quando chegaram viram que não havia lobo algum. Avisaram novamente o garoto e foram embora bravos. Neste mesmo dia enquanto o garoto observava seu rebanho viu um lobo de verdade e gritou alto: “Lobo! Por favor ajude! Corram! O lobo está perseguindo as ovelhas. Socorro!".

Mas desta vez, ninguém apareceu para ajudar. Quando a noite caiu, os vizinho perceberam que o garoto não voltou e ficaram preocupados. Subiram a colina e encontraram o menino chorando, ele disse:

"Por que vocês não vieram quando eu gritei que havia um lobo?".

Um velho aldeão aproximou-se dele e disse: “As pessoas não acreditam em mentirosos mesmo quando dizem a verdade. Vamos embora, amanhã de manhã vamos procurar as ovelhas”.

Moral da história: a mentira pode trazer consequências bem sérias!

 

O ELEFANTE E SEUS AMIGOS

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Era uma vez um Elefante que estava a procura de amigos!

Certo dia então entrou em uma floresta e viu um macaco em uma árvore, então perguntou:

“Olá Macaco, quer ser meu amigo?”.

"Você é muito grande, não vai conseguir pular nas árvores como eu”.

Em seguida, o Elefante encontrou um coelho e pediu para serem amigos, mas o Coelho respondeu:

"Você é grande demais para brincar na minha toca!".

Então o elefante encontrou um sapo e fez a mesma pergunta, o Sapo respondeu:

"Você é muito grande para pular como eu."

O Elefante ficou triste, de repente apareceu uma raposa em seguida:

"Você vai ser meu amigo?",perguntou à raposa.

"Desculpe, senhor, você é muito grande", respondeu a Raposa.

No dia seguinte, o Elefante viu todos os animais na floresta assustados e tentando se salvar. Então quis saber o que estava acontecendo.

O Urso disse: “Há um tigre na floresta que está comendo todos os animais”.

O elefante ficou pensativo tentando pensar em como resolver aquele problema.

Então foi até o Tigre e disse:

"Por favor Tigre, não coma esses pobres animais".

“Cuide da sua vida!”, rosnou o Tigre.

O Elefante não pensou duas vezes e deu um chute bem forte no tigre.

O Tigre ficou tão assustado que foi embora e deixou os animais em paz. E o Elefante correu para contar a todos os animais o que tinha acontecido.

Todos os animais ficaram felizes e agradeceram ao elefante:

Eles disseram: "Você é do tamanho certo para ser nosso amigo".

 

A TARTARUGA E O PÁSSARO

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Uma tartaruga descansava debaixo de uma árvore, sobre a qual um pássaro havia construído seu ninho. A tartaruga falou com a ave:

“Que casa pobre você tem! Ela é feita de galhos quebrados, não tem teto e parece grosseira. O pior é que você teve que construir você mesmo. Acho que minha casa, que é minha concha, é muito melhor que seu ninho”.

“Sim, é feito de gravetos quebrados, parece gasto e está aberto aos elementos da natureza. É grosseiro, mas eu construí e gosto disso”, respondeu o pássaro.

"Eu acho que é como qualquer outro ninho, mas não melhor que o meu. Você deve estar com ciúmes da minha concha, no entanto.", disse a tartaruga.

"Pelo contrário", respondeu o pássaro. “Minha casa tem espaço para minha família e amigos; sua concha não pode acomodar ninguém além de você. Talvez você tenha uma casa melhor. Mas eu tenho uma casa maior e mais aconchegante”, disse o pássaro alegremente.

Veja mais em: 10+ MELHORES HISTÓRIAS INFANTIS CURTAS

 

MELHORES CONTOS INFANTIS

O VESTIDO AZUL

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Era uma vez uma linda menina que morava num bairro pobre em uma bela cidade. Ela ia à escola todos os dias com suas roupas velhas e remendadas, então certa vez sua professora a presenteou com um vestido novo. Sua professora pensou “Como pode uma aluna tão encantadora e inteligente vir às escola tão desarrumada assim”. Então comprou-lhe um lindo vestido azul!

Quando a menina chegou em casa com aquela roupa nova, sua mãe achou que ficaria melhor se desse banho nela todos os dias antes de ir à escola.

Seu pai depois de mais ou menos uma semana, disse a sua mãe:

"Querida esposa, você não acha uma vergonha que nossa filha, tão bonita e arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?"

E foi o que fizeram e a casa deles ficou a mais linda da rua. Tão fato fez com que os outros vizinhos se envergonhassem e também arrumassem suas casas.

Por esses dia passou um grande político que de tão impressionado, disse:

"É lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo".

E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro.

Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem.

E tudo isso começou a partir de um lindo vestido azul... que coisa, não?

Moral da História: se cada um fizer sua parte o resultado do todo será uma verdadeira transformação!

A BOLA DE CRISTAL

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Era uma vez um garoto chamado João, certo dia ele encontrou uma bola de cristal atrás de uma árvore em seu jardim. Quando a bola de cristal lhe disse que realizaria um desejo seu, João pensou e pensou, mas não conseguiu pensar em nada que desejasse.

Então, ele manteve a bola de cristal em sua bolsa e esperou até que ele pudesse decidir sobre seu desejo. Dias se passaram sem que ele desejasse, mas seu melhor amigo o viu olhando para a bola de cristal. Ele a roubou de João e mostrou para todos no bairro. Todos pediram palácios e ouro, mas não puderam fazer mais do que um desejo. No final, todos ficaram com raiva porque ninguém podia ter tudo o que queria. Eles ficaram muito infelizes e decidiram pedir ajuda a João. Então o sábio menino desejou que tudo se tornasse como antes, antes que os todos tentassem satisfazer sua ganância. Os palácios e o ouro desapareceram e todos ficaram felizes e contentes mais uma vez.

Moral da história: dinheiro e ganância não trazem felicidade.

CALÇAS MOLHADAS

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Era uma vez Joaquim, ele era um menino pequeno que amava sua escola e seus amigos. Um dia, quando ele se sentou em sua mesa, se sentiu molhado e percebeu que tinha feito xixi nas calças!

Joaquim ficou muito envergonhado e sem saber o que fazer, afinal podiam zombar dele!  Então sentou-se em sua mesa e ficou rezando por qualquer tipo de ajuda. Sua amiga Ana estava carregando água em um jarro para regar as plantas da classe. Quando ela se aproximou da mesa de Joaquim, tropeçou e despejou todo o conteúdo do jarro em seu colo. Todos correram para ajudar Joaquim. O professor repreendeu Ana e deu a Joaquim um par de shorts.

No final do dia, Joaquim encontrou Ana no ônibus e perguntou:

"Você derrubou a água em mim de propósito, não é?"

"Eu também já molhei minhas calças uma vez", respondeu Ana.

Moral da história: não se deve zombar do outro, nunca sabemos o dia de amanhã!  

Veja mais: 10+ MELHORES CONTOS INFANTIS

 

10+ MELHORES FÁBULAS INFANTIS

A ÁGUIA E A CORUJA

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Era uma vez a Águia e a Coruja, um dia a Coruja encontrou a Águia e disse:

“Águia, por favor, se vir uns passarinhos muito lindos num ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, não os coma, pois são os meus filhotes”.

A águia prometeu-lhe que os não comeria e voou até que enxergou um belo ninho de corujas numa árvore e comeu as corujinhas.

Quando a Coruja chegou e viu que tinham comigo os filhos, foi brava e rápida falar com a Águia:

“Águia, sua mentirosa, tinha me prometido que não comerias os meus filhotes e não cumpriu sua promessa”.

“Ué, as corujinhas que eu comi eram sem penas, sem bico e os olhinhos estavam até fechados, então comi, pois eram bem diferentes do que você havia me falado”, responde a Águia.

“Mas eles eram sim meus filhotes”, lamentou-se a Coruja.

“Então errada está você que não enxerga direito”.

Moral da história: Já diz o ditado: quem ama o feio, bonito lhe parece.

O VENTO E O SOL

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Era uma vez o Vento e o Sol que viviam disputando qual dos dois era o mais forte. Mas precisavam de alguém pra intermediar a disputa, então viram um homem que vinha caminhando. O Sol disse:

“Já sei como podemos resolver isso, quem conseguir fazer o homem tirar o casaco, ganha e será o mais forte. Você começa!”. E assim, o Sol retirou-se para trás de uma nuvem.

O vento então começou a soprar com toda a força. Mas quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se.

O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.

Moral da história: A bondade e o amor são sempre mais fortes que a fúria e a violência.

Veja mais: 10+ MELHORES FÁBULAS INFANTIS

 


 

10+ MELHORES FÁBULAS PEQUENAS COM MORAL

O HOMEM E O LEÃO

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Era um vez um Leão e um Homem que trabalhavam juntos em uma empresa. Certo dia precisaram viajar juntos a trabalho em uma floresta. Não demorou até começarem a brigar, já que cada um deles se achava melhor que o outro tanto em força quanto em mente.

Bem no centro da floresta encontraram uma grande estátua de um homem matando um leão. O homem ficou feliz e disse ao leão: “Aí está, é assim que somos fortes! Nós sim somos os Reis dos Animais!”.

O Leão achou muita graça e disse: “Foi um homem quem fez esta estátua. Teria sido o contrário se um Leão tivesse feito isso! ”

Moral da História: Tudo depende do ponto de vista e de quem conta a história.

A RAPOSA E AS UVAS

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Era uma vez uma raposa que passeava pela floresta e viu um lindo cacho de uvas pendurado em um galho alto.

"Que delícia! Essas uvas são perfeitas para saciar a minha sede", pensou ele.

Dando alguns passos para trás, a raposa pulou para pegá-las, mas não conseguiu. Então, tentou novamente e também falhou!

Foi aí que a raposa percebeu que não conseguiria pegar as uvas, então disse: “Essas uvas devem ser azedas mesmo”. E foi embora dali.

Moral da História: é fácil desprezar o que você não pode ter. É preciso saber lidar com os sentimentos e entender que nada vem fácil sem um trabalho duro.

 

O MACACO E O CROCODILO

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Era uma vez, um macaco inteligente vivia em uma árvore com lindas maçãs vermelhas. Um certo dia, um crocodilo nadou até perto da árvore do macaco e disse ao macaco que estava viajando há muitos dias e não tinha encontrado comida. Perguntou então se o macaco poderia lhe dar algumas maçãs. O macaco era bastante generoso e deu algumas maçãs ao crocodilo. Quando terminou perguntou ao macaco se poderia vir no dia seguinte comer mais maçãs.

O macaco disse que sim! E assim se tornaram ótimos amigos, todos os dias o crocodilo vinha comer as maçãs e conversar. O crocodilo disse ao macaco que era casado e o macaco gentilmente ofereceu algumas maçãs vermelhas a mais para levar para sua esposa. E então todos os dias o crocodilo levava maçãs vermelhas para sua esposa e sua amizade com o macaco ia se tornando cada dia maior.

Mas a esposa do crocodilo começou a ficar com ciúmes e queria acabar com a amizade deles. A esposa do crocodilo logo pensou na carne macia e gostosa do macaco. Então ela pediu ao crocodilo para convidar o macaco para jantar na casa deles.

O crocodilo não aceitou isso, mas sua esposa estava tão determinada a comer a carne do macaco que não ia desistir. Então ela elaborou um plano, fingiu estar muito doente e disse ao crocodilo que o médico disse que ela só se recuperaria se comesse o coração de um macaco. Se o marido quisesse salvar a vida dela, ele deveria trazer o coração de seu amigo.

O crocodilo ficou desesperado, não sabia o que fazer, pois amava sua esposa e também seu amigo. Sua esposa ainda completou: “Se você não pegar o coração do macaco eu vou morrer”. 

Então o crocodilo convidou o macaco para ir até a sua casa. Ele disse ao macaco que ele poderia atravessar o rio nas costas do crocodilo. O macaco concordou alegremente. Quando chegaram na metade do caminho o crocodilo começou a afundar. O macaco ficou assustado e perguntou por que ele estava fazendo isso. O crocodilo triste explicou que sua esposa estava morrendo e que precisava do coração do macaco para salvar a vida de sua esposa. O macaco era muito inteligente e disse ao crocodilo: “Posso dar meu coração para sua esposa, mas preciso fazer isso na minha árvore.”

O crocodilo bobo concordou e correu levar o macaco até a sua árvore. O macaco subiu bem rápido na árvore e disse “Diga à sua esposa malvada que ela se casou  com o crocodilo mais idiota do mundo”. E jogou uma maçã na cabeça do crocodilo!

Moral da História: Todo cuidado é pouco!

Veja mais: 10+ MELHORES FÁBULAS PEQUENAS COM MORAL DA HISTÓRIA

 

MELHORES HISTÓRIAS BÍBLICAS INFANTIL

JOÃO BATISTA

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Vamos ensinar para as crianças quem foi João Batista?

Zacarias era um sacerdote idoso casado com Isabel, que era prima de Maria, os dois eram tementes a Deus, mas não podiam ter filhos. Um dia um anjo de Deus disse a Zacarias que ele teria um filho e que seria cheio do Espírito Santo, desde o nascimento e que ele seria chamado João. E assim aconteceu, sua esposa engravidou e tiveram um filho chamado João, que viveu no deserto e pregou a mensagem de Deus, predizendo a vinda de Jesus, o Messias. Ele passou muito tempo batizando pessoas no rio Jordão e ensinando-as a palavra de Deus. Quando Jesus foi a João para ser batizado, João ficou muito feliz e o Espírito Santo envolveu Jesus. Naquele momento, uma voz do céu falou e disse: "Este é o meu Filho, em quem me agrada".

Esta história ilustra bem como as palavras de Deus são poderosos, é preciso ouvir e sentir Deus dentro de si!

Veja mais em: 7+ MELHORES HISTÓRIAS BÍBLICAS INFANTIL

 

MELHORES HISTÓRIAS PARA DORMIR

BRANCA DE NEVE

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Era uma vez uma princesa chamada Branca de Neve que vivia em um castelo com seu pai, o rei e sua madrasta, a rainha. A rainha era muito bela e por muito tempo sempre foi a mais belo de todo o reino. Mas um dia ela perguntou para o seu espelho mágico. "Espelho, espelho meu, quem é a mulher mais bela do Reino?

Branca de Neve é a mais bela de todas! ”Disse o Espelho Mágico.

"O quê?", Gritou a rainha. “Ninguém é mais bela do que eu! E ela saiu correndo. Ainda assim, a rainha ficou incomodada. Ela ficou tão incomodada que a rainha decidiu se livrar da garota de uma vez por todas. "Eu não posso esperar mais um dia!" Ela declarou. A rainha chamou seu servo, um caçador. - Encontre uma razão para levar Branca de Neve às profundezas da floresta e mate ela."

O caçador ficou chocado! Mas ela era a rainha e o que ele poderia fazer? No dia seguinte, ele levou Branca de Neve para a floresta. Quando ele puxou a faca para matá-la, Branca de Neve se virou.

"Branca de Neve", não posso fazer isto!"

"Fazer o quê?", Disse Branca de Neve. "Branca de Neve", disse o caçador.

O servo caiu de joelhos. “A rainha, sua madrasta, ordenou que eu te matasse”, ele disse. "Mas eu não posso!". "Você deve fugir!"

Branca de Neve ficou chocada, mas não pensou duas vezes e fugiu dentro da floresta.

Estava ficando escuro e os lobos estavam começando a uivar. Ela tropeçou e sua saia estava rasgada. Ela estava arranhada, sangrando e assustada. Ainda assim ela correu sem parar. Então, de repente, ao longe, houve uma luz. Ela se aproximou: "Olá", batendo suavemente na porta. Nenhuma resposta. A porta já estava um pouco aberta. Ela abriu mais um pouco e entrou. "Olá, alguém está em casa?" Ela olhou em volta. Que bagunça! Ela nunca tinha visto uma sala de estar bagunçada.

Resolveu limpar e arrumar tudo, depois subiu as escadas. No segundo andar havia sete camas pequenas enfileiradas, como se fossem para crianças. Cansada da limpeza, Branca de Neve bocejou e deitou-se em todas as sete camas. Logo ela caiu no sono profundo.

Enquanto isso, os Sete Anões estavam indo para casa depois de um longo dia de trabalho. Quando eles abriram a porta, você pode imaginar a surpresa deles quando viram a cabana deles toda limpa!

"É melhor irmos para o andar de cima", disse um dos anões!

Ali, deitada em todas as suas camas, estava uma jovem senhora dormindo profundamente.

"Quem é você?", Disseram todos os anões de uma só vez.

Os Sete Anões poderiam dizer que ela estava tão surpresa quanto eles. Logo todos relaxaram e compartilharam suas histórias. Branca de Neve aprendeu seus nomes, Zangado, Dunga, Mestre, Dengoso, Soneca, Atchim e Feliz. Ela contou a todos sobre sua madrasta e que nunca mais poderia voltar para casa. "Fique aqui conosco", disse Soneca.

Para celebrar sua nova amizade, Branca de Neve e os Sete Anões cantaram e dançaram a noite toda.

Na manhã seguinte, antes de partirem para o trabalho, os Sete Anões avisaram Branca de Neve que ela não deve abrir a porta para ninguém. Afinal, quem sabe o mal que sua madrasta pode fazer? A princesa concordou com a cabeça e os anões saíram de casa. 

De volta ao castelo, a rainha foi até o espelho. "Espelho, espelho meu, quem é a mais bela de todas?"

“Branca de Neve é ??a mais bela de todas!” Disse o Espelho Mágico.

"Isso é impossível!", Gritou a rainha. "A menina não está mais viva!"

“Branca de Neve está viva sim!” Disse o Espelho Mágico. E uma imagem foi mostrada no espelho de Branca de Neve vivendo na cabana dos Sete Anões.

A rainha ficou vermelha de raiva. Ela gritou: "Eu mesma vou matá-la!”.

Na cabana dos anões, na tarde seguinte, quando os Sete Anões estavam no trabalho, houve uma batida na porta.

"Quem é?", Perguntou Branca de Neve. Ela se lembrou do aviso dos Sete Anões de não abrir a porta para ninguém.

"É apenas uma pobre mulher", veio uma voz estridente, "vendendo maçãs". No entanto, era a rainha má, disfarçada de velha. "Está chovendo aqui, minha querida", disse sua voz através da porta. "Por favor, deixe-me entrar."

“Pobrezinha”, pensou Branca de Neve, e abriu a porta.  

"Dê uma olhada nesta grande maçã vermelha"!

"Eu gostaria muito de comprar sua maçã", disse Branca de Neve. "Mas eu não tenho dinheiro."

"Não tem problema querida, você pode pagar outro dia ou quando puder", disse a velha.

"Bem, tudo bem então!" disse Branca de Neve, e deu uma grande mordida. A maçã estava envenenada, e então Branca de Neve caiu no chão em um sono profundo.

A Rainha foi embora toda feliz, mas pegou um brava tempestade no caminho e um raio caiu em sua cabeça e ela morreu!

Quando os 7 anões retornaram do trabalho viram Branca de Neve deitada no chão, na hora sabiam que a Rainha malvada tinha envenenado Branca de Neve. Os Sete Anões gentilmente a ergueram em um caixão de vidro. Dia e noite vigiavam-na.

Um dia, um belo príncipe passou por ali. Desde que ele descobriu que a Branca de Neve estava desaparecida no castelo, ele estava procurando por ela, longe. Agora ele finalmente a encontrou, mas em tal estado! O príncipe abriu o caixão de vidro. Seu rosto parecia tão fresco, mesmo naquele sono profundo.

Ele gentilmente pegou uma das mãos da Branca de Neve e a beijou. De uma vez, os olhos de Branca de Neve se abriram, o feitiço da bruxa se foi! Eles voltaram para o reino e viveram felizes para sempre.                         FIM

PINÓQUIO (Um menino feito de madeira)

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Há muito tempo, na Itália, vivia o velho relojoeiro chamado Geppetto. Um dia sentiu-se triste pois passou toda a sua vida e não tinha nenhum filho.

Então, Geppetto esculpiu um boneco de madeira em forma de menino. Os braços e pernas podiam se mover. Ele cortou e costurou uma roupa bonita para o boneco, como se fosse um menino de verdade. "Vou chamá-lo de Pinóquio", disse Geppetto. Naquela noite, Geppetto colocou o boneco de madeira na cama. De fora da janela, uma grande estrela cintilou brilhante.

 

HISTÓRIA INFANTIL JOÃO E MARIA

Às margens de uma extensa mata existia, há muito tempo, uma cabana pobre, feita de troncos de árvore, na qual morava um lenhador com sua segunda esposa e seus dois filhinhos, nascidos do primeiro casamento. O garoto chamava-se João e a menina, Maria.

     A vida sempre fora difícil na casa do lenhador, mas naquela época as coisas haviam piorado ainda mais: não havia pão para todos.

     — Minha mulher, o que será de nós? Acabaremos todos por morrer de necessidade. E as crianças serão as primeiras…

     — Há uma solução… — disse a madrasta, que era muito malvada. — Amanhã daremos a João e Maria um pedaço de pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos.

     O lenhador não queria nem ouvir falar de um plano tão cruel, mas a mulher, esperta e insistente, conseguiu convencê-lo.

     No aposento ao lado, as duas crianças tinham escutado tudo, e Maria desatou a chorar.

     — João, e agora? Sozinhos na mata, estaremos perdidos e morreremos.

     — Não chore — tranqüilizou-a o irmão — Tenho uma idéia. Esperou que os pais estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um punhado de pedrinhas brancas que brilhavam ao clarão da lua e as escondeu no bolso. Depois voltou para a cama. No dia seguinte, ao amanhecer, a madrasta acordou as crianças.

     — Vamos cortar lenha na mata. Este pão é para vocês.

     Partiram os quatro. O lenhador e a mulher na frente, as crianças, atrás. A cada dez passos, João deixava cair no chão uma pedrinha branca, sem que ninguém percebesse.

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Quando chegaram bem no meio da mata, a madrasta disse:

     — João e Maria, descansem enquanto nós vamos rachar lenha para a lareira. Mais tarde passaremos para pegar vocês.

     Após longa espera, os dois irmãos comeram o pão e, cansados e fracos como estavam, adormeceram. Quando acordaram, era noite alta e, dos pais, nem sinal.

     — Estamos perdidos! Nunca mais encontraremos o caminho de casa! — soluçou Maria.

     — Esperemos que apareça a lua no céu, e acharemos o caminho de casa — consolou-a o irmão.

     Quando a lua apareceu, as pedrinhas que João tinha deixado cair pelo atalho começaram a brilhar; seguindo-as, os irmãos conseguiram voltar até a cabana.

     Ao vê-los, os pais ficaram espantados. Em seu íntimo, o lenhador estava até contente; mas a mulher, assim que foram deitar, disse que precisavam tentar novamente, com o mesmo plano. João, que tudo escutara, quis sair a procura de outras pedrinhas, mas não pôde, pois a madrasta trancara a porta.

     Mariazinha estava desesperada:

     — Como poderemos nos salvar desta vez?

     — Daremos um jeito, você vai ver — respondeu o irmão.

     Na madrugada do dia seguinte, a madrasta acordou as crianças e foram novamente para a mata. Enquanto caminhavam, Joãozinho esfarelou todo o seu pão e o da irmã, fazendo uma trilha. Dessa vez se afastaram ainda mais de casa e, chegando a uma clareira, os pais deixaram as crianças com a desculpa de cortar lenha, abandonando-as.

     João e Maria adormeceram, por fome e cansaço e, quando acordaram, estava muito escuro. Maria desatou a chorar.

     Mas, desta vez, não conseguiram encontrar o caminho: os pássaros da mata tinham comido todas as migalhas. Andaram por muito tempo, durante a noite, e, após um breve descanso, caminharam o dia seguinte inteirinho, sem conseguir sair daquela mata imensa.

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     Estavam com tanta fome que comeram frutinhas azedas e retomaram o caminho. Quando o sol se pôs, deitaram-se sob uma árvore e adormeceram. O piar de um passarinho branco que voava sobre suas cabeças, como querendo convidá-los, acordou-os.

     Seguiram o passarinho e, de repente, se viram diante de uma casinha muito mimosa. Aproximaram-se, curiosos, e admiraram-se ao ver que o telhado era feito de chocolate, as paredes de bolo e as janelas de jujuba.

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     — Viva! — gritou João.

     E correu para morder uma parte do telhado, enquanto Mariazinha enchia a boca de bolo, rindo. Ouviu-se então uma vozinha aguda, gritando no interior da casinha:

     — Quem está o teto mordiscando e as paredes roendo?

     Nada assustadas, as crianças responderam:

     — É o Saci-pererê que está zombando de você!

     E continuaram deliciando-se à vontade.

     Mas, subitamente, abriu-se a porta da casinha e saiu uma velha muito feia, mancando, apoiada em uma muleta. João e Maria assustaram-se, mas a velha lhes deu um largo sorriso, com a boca desdentada.

     — Não tenham medo, crianças. Vejo que têm fome, a ponto de quase destruir a casa. Entrem! Vou preparar uma jantinha.

     O jantar foi delicioso, e gostosas também as caminhas macias aprontadas pela velha para João e Maria, que adormeceram felizes.

     Não sabiam, os coitadinhos, que a velha era uma bruxa que comia crianças e, para atraí-las, tinha construído a casinha de doces. Agora ela esfregava as mãos, satisfeita.

     — Estão em meu poder, não podem me escapar. Porém, estão um pouco magros. É preciso fazer alguma coisa.

     Na manhã seguinte, enquanto ainda estavam dormindo, a bruxa agarrou João e o prendeu em um porão escuro; depois, com uma sacudida, acordou Maria.

     — De pé, preguiçosa! Vá tirar água do poço, acenda o fogo e apronte uma boa refeição para seu irmão. Ele está fechado no porão e tem de engordar bastante. Quando chegar no ponto, vou comê-lo.

     Mariazinha chorou e desesperou-se, mas foi obrigada a obedecer. Cada dia cozinhava para o irmão os melhores quitutes. E também, a cada manhã, a bruxa ia ao porão e, por ter vista fraca e não enxergar a um palmo do nariz, mandava:

     — João dê-me seu dedo, quero sentir se já engordou!

     Mas, o esperto João, em vez de mostrar seu dedo, estendia-lhe um ossinho de frango. A bruxa ficava zangada porque, apesar do que comia, o moleque estava cada vez mais magro! Um dia perdeu a paciência.

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     — Maria, amanhã acenda o fogo logo cedo e coloque água pare ferver. Magro ou gordo, pretendo comer seu irmão. Venho esperando há muito tempo!

     A menina chorou, suplicou, implorou, em vão.

     Na manhã seguinte, Mariazinha tratou logo de colocar no fogo o caldeirão cheio de água, enquanto a bruxa estava ocupada em acender o forno, dizendo que ia preparar o pão — mas, na verdade, queria assar a pobre Mariazinha. E do João, faria um cozido.

     Quando o forno estava bem quente, a bruxa disse a Maria:

     — Entre ali e veja se está na temperatura certa para assar o pão.

     Mas Maria, que já compreendera, não caiu na armadilha.

     — Como se entra no forno? — perguntou ingenuamente.

     — Você é mesmo uma boba! Olhe para mim! E enfiou a cabeça dentro do forno.

     Mariazinha, então, mais que depressa deu-lhe um empurrão, enfiando-a no forno, e fechou a portinhola com a corrente. E a bruxa malvada queimou até o último osso.

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     Maria correu ao porão e libertou o irmão. Abraçaram-se, chorando lágrimas de alegria; depois, nada mais tendo a temer, exploraram a casa da bruxa. E quantas coisas acharam! Cofres e mais cofres, cheios de pedras preciosas e de pérolas.

     — Reluzem mais que as minhas pedrinhas — disse João — Vou levar algumas para casa.

     E encheu os bolsos de pérolas. Com seu aventalzinho, Maria fez uma trouxinha com diamantes, rubis e esmeraldas. Deixaram a casa da feiticeira e avançaram pela mata, mas não sabiam para que lado deveriam ir. Andaram bastante, até chegar perto de um rio.

     — Como vamos atravessar o rio? — disse Maria, pensativa. — Não vejo ponte em nenhum lado.

     — Também não há barcos — acrescentou João. — Mas, lá adiante, estou vendo um marreco. Quem sabe nos ajudará?

     Gritou na direção, mas o marreco estava longe e pareceu não escutá-lo. Então João começou a entoar:

     — Senhor marreco, bom nadador, somos filhos do lenhador, nos leve para a outra margem, temos que seguir viagem.

     O marreco aproximou-se docilmente. João subiu em suas costas e acenou para a irmã fazer o mesmo.

     — Não, disse Maria.— Um de cada vez, para não cansar demais o bichinho.

     E assim fizeram. Um de cada vez, atravessaram o rio na garupa do marreco e, após agradecer carinhosamente, continuaram seu caminho.

     Depois de algum tempo, perceberam que conheciam aquele lugar. Certa vez tinham apanhado lenha naquela clareira, de outra vez tinham ido colher mel naquelas árvores.

     Finalmente, avistaram a cabana de um lenhador. Começaram a correr naquela direção, escancararam a porta e caíram nos braços do pai que, assustado, não sabia se ria ou chorava.

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     Quanto remorso sentira desde que abandonara os filhos na mata! Quantos sonhos horríveis tinham perturbado suas noites! Cada porção de pão que comia ficava atravessada na garganta.

     Por grande sorte, a madrasta ruim, que o obrigara a se livrar dos filhos, já tinha morrido.

     João esvaziou os bolsos, retirando as pérolas que havia guardado; Maria desamarrou o aventalzinho e deixou cair ao chão uma chuva de pedras preciosas.

     Agora já não deveriam mais temer nem miséria, nem carestia. E assim, desde aquele dia o lenhador e seus filhos viveram na fartura, sem mais nenhuma preocupação.

MORAL DA HISTÓRIA: É importante destacar o papel e importância dos pais para os filhos, que nesta história preferiram abandonar os filhos diante do problema da fome. Essa atitude de omissão induz a todos os outros acontecimentos trágicos que se sucederam adiante. As crianças que são ingênuas e não tem experiência de vida acreditam na ‘bruxa’ que  a princípio parece muito boazinha, mas depois realmente mostra que as coisas muitas vezes podem não ser como se parecem. A vida pode trazer muitos desafios, mas o amor de uma família devem deixá-los sempre unidos e fortes para que juntos possam resolver os problemas.

 

HISTORIA DA CINDERELA

Era uma vez uma menina gentil e bonita, cujo nome era Cinderela. Ela vivia em uma pequena aldeia no norte da Inglaterra com sua madrasta cruel e duas filhas que se tornaram suas irmãs mais velhas. Cinderela era tratada como criada e passava os dias limpando e arrumando. Suas irmãs eras muito feias! Ela acordava cedo todos os dias para fazer o café para as madrastas e irmãs rabugentas. Depois limpava e arrumava toda a casa,  suas duas irmãs feias eram muito preguiçosas, Cinderela estava muito infeliz e se sentia muito sozinha.

Um dia, o carteiro deixou uma carta na casa em que moravam. Cinderela entregou o envelope para a sua madrasta. No envelope, havia três convites para uma festa na casa do príncipe. A carta continha 3 convites para o baile real, o príncipe estava procurando por uma noiva e queria conhecer todas as moças da região. Uma das irmãs disse: "Fantástico! Há uma festa na casa do Príncipe." Posso usar meu novo vestido vermelho e minha irmã pode usar seu novo vestido azul, mas Cinderela não pode ir porque o vestido dela é velho e sujo e ela não tem nenhum sapato”. Apesar de toda a crueldade das irmãs Cinderela sempre se lembrava das palavras de sua mãe: "Tenha coragem e seja gentil."

Cinderela trabalhou duro para costurar um vestido simples para ela poder ir ao baile.

Às 8 horas as Irmãs feias e a madrasta estavam prontas para a ir à festa. De repente Cinderela desceu as escadas com o vestido que costurara sozinha. A madrasta e suas irmãs  ficaram tão furiosas ao vê-la tão bonita que não pensaram duas vezes: rasgaram o vestido de Cinderela e saíram sem ela.

Cinderela estava sentada na cozinha. Ela estava muito triste, Cinderela começou a chorar quando, de repente, ouviu uma batida em sua porta. Cinderela abriu a porta, havia uma mulher, que disse: "Olá! Eu sou sua fada madrinha. Por que você está triste?" Cinderela disse: "Quero ir à festa, mas não tenho roupas bonitas". A fada madrinha disse: “Não chore querida, você deve ir ao baile!”. "Mas eu não tenho vestido para vestir", disse Cinderela. Sua fada madrinha acenou com sua varinha mágica e, ao mesmo tempo, os trapos da Cinderela se transformaram em um lindo vestido de baile novo. Sua fada madrinha disse: "Não há problema, aqui está um lindo vestido e um par de sapatos de cristal.” A fada madrinha olhou para o lado e viu seis camundongos brincando no canteiro de abóboras. Ela os tocou com sua varinha mágica e a abóbora se transformou em uma linda carruagem e os ratos em quatro cavalos brancos e dois cocheiros. Cinderela não podia acreditar no que estava acontecendo e agradeceu a fada madrinha. Quando se despediram, sua fada madrinha disse: “Agora você pode ir para a festa, mas você deve retornar antes da meia-noite, pois a magia só vai durar até a meia-noite!” Você deve chegar em casa até lá. Cinderela respondeu: “Muito obrigada!”.

Quando Cinderela entrou no salão do baile real todos os convidados ficaram impressionados com sua beleza e sua madrasta e irmãs não sabiam quem ela era. O príncipe imediatamente pediu Cinderela para dançar e ela ficou muito feliz. A festa foi muito boa. No início, Cinderela era muito tímida, mas depois se soltou e dançavam muito felizes. O príncipe disse a Cinderela: "Qual é o seu nome? Você é muito bonita!". Quando Cinderela ia responder notou o relógio se aproximando da meia-noite e se lembrou das palavras de sua madrinha, então disse ao príncipe: “Adorei te conhecer, mas agora devo ir embora”.  Dito isso saiu rápido do salão e  correu, quando foi descer as escadas do palácio perdeu um sapato. O príncipe tentou alcançá-la, mas não conseguiu! Porém encontrou seu sapato de cristal e guardou!

Quando Cinderela estava chegando em casa, a magia acabou e seu cocheiro voltou a ser uma abóbora, seus cavalos tornaram-se ratos e ela estava vestindo trapos novamente. Logo depois sua madrasta e irmãs chegaram em casa contando sobre a linda garota que dançara a noite toda com o príncipe. Cinderela ficou muito feliz em ouvir tudo!

O príncipe se apaixonou por Cinderela no momento em que a viu! No dia seguinte, o príncipe estava muito triste porque estava apaixonado pela Cinderela, mas não sabia onde ela morava e nem ao menos seu nome. Então pegou seu sapatinho de cristal e declarou: "Vou casar com a garota cujo pé se encaixa neste sapatinho de cristal". O príncipe ia a todas as casas da aldeia mas não se encaixava em nenhuma das mulheres que o experimentaram. Finalmente chegou até a casa da Cinderela. As irmãs da Cinderela tentaram espremer seus grandes pés no delicado sapato, mas o criado estava com medo de que ele quebrasse. O príncipe então viu uma moça limpando a casa e disse: “Por favor moça, aproxime-se!”. As irmãs riam achando que o sapato não serviria. Cinderela ficou imóvel, o príncipe aproximou-se e colocou o sapato em seu pé. O sapatinho ajustou-se perfeitamente ao pé de Cinderela e o príncipe percebeu que aquela era a linda garota com quem ele dançara no baile. A madrasta e suas irmãs não acreditavam no que estavam vendo! O príncipe disse todo feliz a Cinderela: "Eu te amo. Você quer se casar comigo?" Cinderela disse mais feliz ainda: "Sim". O casamento foi na semana seguinte. Cinderela e o Príncipe foram felizes para sempre.

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